quinta-feira, 6 de setembro de 2018

CONHEÇA O TERRORISTA DE ESQUERDA QUE REALIZOU O ATENTADO CONTRA BOLSONARO

Por Erick, O Caçador


  O líder isolado das intenções de voto para Presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, foi esfaqueado hoje, na véspera do Dia da Independência do Brasil, durante ato público onde era carregado nos ombros do povo. Com esse atentado, o Brasil entra numa nova era, com o terrorismo no centro da discussão política. Como não poderia deixar de ser, terrorista era um militante de esquerda.

Bolsonaro na sala de cirurgia


    O autor do atentado foi preso em flagrante pela Polícia Federal, identificado e já teve dados relevantes de sua vida levantados. Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, se infiltrou na multidão e conseguiu se aproximar do candidato. Portando uma faca enrolada num pano, de forma covarde,  Adélio Bispo esfaqueou-o na região do abdômen. Por sorte, um cidadão de bem apoiador de Bolsonaro conseguiu desviar o golpe, impedindo o assassino de consumar o crime a contento.


Esse é o esquerdista que tentou matar um candidato à presidência do Brasil: a quem ele representa?


    No facebook, o terrorista Adélio Bispo demonstra ser um esquerdista: suas postagens versam sobre o apoio à ditadura socialista de Nicolás Maduro (Venezuela) e críticas ao que ele chama de "Direita Maçônica", entre outros temas ligados às elucubrações socialistas. Há postagens mostrando-o nas  conturbadas manifestações petistas "Fora Temer", trajado de camisa vermelha, cor distintiva das milícias fascistas que usam da violência para fins políticos, como é o caso do MST e do MTST (cujo líder Guilherme Boulos é candidato a Presidente da república pelo PSOL). Adélio Bispo foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014. Também é um militante do movimento petista "Lula Livre".


O terrorista Adélio Bispo, trajado à caráter, numa manifestação de esquerda


    Na rede social Tweeter, Paula Zagotti, uma assessora da candidata ao Senado Federal Dilma Roussef (PT), chegou a postar mensagem comemorando o atentado contra Bolsonaro. dada a repercussão de suas palavras, a militante petista apagou o texto, minutos depois, e postou outra mensagem "se desculpando".


     Não é a primeira vez que Jair Bolsonaro sofre um atentado. Em agosto do ano passado, a militante do PC do B (e ex-candidata a vereadora pelo mesmo partido) Gabrielle Van Pelt atacou Jair Bolsonaro com um ovo. Nos dias que se seguiram ao atentado "simbólico", o Senador Magno Malta divulgou uma conversa feita pelo aplicativo Whatsapp entre Gabrielle Van Pelt e outro(a) militante de esquerda, onde a jovem de 23 anos declara que planeja matar Bolsonaro com uma facada no peito. Na seqüência do diálogo, o auxílio de uma pessoa do PSOL é oferecido para a realização do crime. Gabrielle pergunta ao interlocutor(a) se o auxiliar seria "gay, mulher ou negro", numa clara preferência por um criminoso(a) que poderia ter o escudo da vitimização típica do discurso de "direitos humanos" da esquerda. Dias depois desse planejamento, Gabrielle consumou uma versão mais amenizada de seu próprio plano de violência política, ao jogar um ovo em Jair Bolsonaro.


Gabrielle Van Pelt, numa manifestação promovida pelo PC do B e União da Juventude Socialista

    Nas eleições presidenciais de 2014, quando sagrou-se vencedora (sob forte suspeita de fraude nas urnas eletrônicas) a chapa Dilma Roussef (PT) e Michel Temer (PMDB), houve também o misterioso caso da queda de avião que matou o candidato Eduardo Campos (PSB), considerado à época um dos favoritos da disputa e forte divisor dos votos da própria Dilma. Boatos insistentes nas redes sociais falaram e falam até hoje de crime político. A morte de Eduardo Campos é um dos fatos mais lembrados dentro das hipóteses de assassinatos políticos recentes no Brasil, junto com o caso Celso Daniel (PT) e o desastre de avião que vitimou o Ministro do STF Teori Zavascki. Em todos os casos citados, o terrorismo de esquerda seria o responsável. Teorias da conspiração? Num país em que um candidato a presidente sofre um atentado homicida à vista de todos, nada é impossível!


    O Brasil repudia a violência fascista no campo e nas cidades, disfarçada de "luta social", bem como atentados homicidas perpetrados por radicais camisas vermelhas. Agora, vamos ver o que nos reserva o futuro.


Erick Guerra, O Caçador





quinta-feira, 9 de agosto de 2018

QUAL A POSIÇÃO DO CAPITÃO STYVENSON SOBRE O ABORTO?

Por Erick, O Caçador



    Uma verdadeira campanha nas redes sociais está em andamento para imputar ao pré candidato para o Senado Federal Styvenson Valentim uma imagem de pessoa favorável ao aborto. Segundo boatos persistentes, tal divulgação teria sido originada por certos militantes de direita, que estão inconformados com a não-adesão do Capitão à sigla partidária desses mesmos militantes. Tudo seria jogo-sujo nos moldes das fake news tão comuns aos grupos de esquerda. 


    Mas... Por que motivo setores da direita fariam isso? É que Styvenson tem se declarado fora de rotulações ideológicas, o que tem desagradado bastante a alguns. Outro bom motivo é que Styvenson é o único nome importante no RN, dentre os eleitores que buscam uma opção que reúna honestidade, valores familiares e proposta crível de mudança na política... Isso está causando ciúmes. 


                                                      


   Vamos aos fatos: tudo surgiu a partir da entrevista dada por Styvenson ao blogueiro Allan Darlyson, publicada pelo Blog "Portal no Ar" em 24/07/2018, onde se lê o seguinte:

           
O senhor é a favor ou contra o aborto?

Styvenson: Depende do caso. Nem pode ser uma ditadura e nem uma anarquia. É preciso haver equilíbrio.


No caso, regras para a permissão?

Styvenson: Já existe, no caso de estupro. Temos tantos métodos anticoncepcionais. Por que as pessoas que não querem ter filhos não fazem isso? Agora, se o problema é de um caso de violência contra a mulher, se ela não consentiu, vai ser obrigada a passar por aquele sofrimento psicológico? Eu creio que precisamos ser mais empáticos, nos colocar no lugar das pessoas. A questão de religião é outra coisa. O Estado não é religioso. É laico. Problema de religião é dentro da igreja. Estou falando de problemas que se tratam de pessoas.


   A partir das respostas acima, que não mostram em absoluto uma posição pró-aborto, "alguém" bolou uma distorção dos fatos semelhante à que envolveu o famoso entrevero protagonizado por Maria do Rosário e Jair Bolsonaro. Na ocasião, Bolsonaro foi acusado de estuprador e apologista do estupro por dizer "Não te estupro, porque você não merece". Agora, Styvenson é acusado de pró-abortista por dizer "Depende do caso. Nem pode ser uma ditadura e nem uma anarquia. É preciso haver equilíbrio". Que coisa, não é? A política é suja, mas não se espera que pessoas direitas propaguem mentiras. Mas são pessoas direitas, as que propagam mentiras?


    Estive em contato pessoal com o Capitão Styvenson Valentim e lhe fiz a seguinte pergunta: QUAL A SUA POSIÇÃO SOBRE O ABORTO? A resposta foi a seguinte:


    " SOBRE O ABORTO, EU NÃO SOU A FAVOR. O modelo legal que já existe supre para os casos de violência contra a mulher, previstos no Código Penal, e no caso dos fetos anencéfalos (julgado pelo STF em 2012). Em situações fora dessas, não vejo porque haver liberação ou descriminalização. Poderíamos, como Estado, fazer um sistema para acolher mães que não tiveram precaução e engravidaram. Então, proporcionar apoio médico, psicológico, de assistência social, etc - em cruzamento com famílias que pretendem adotar crianças. Essas famílias poderiam auxiliar nos custos da manutenção dessa mãe e do feto, mas não estaria a mãe submissa a entregar a criança, pois ainda haveria a possibilidade dessa mãe querer o filho antes indesejado, ao final da gestação. Sem falar que o aborto é um risco para a saúde da mulher, como já foi comprovado pela medicina."


   Trocando em miúdos: Styvenson concorda com a legislação vigente e é totalmente CONTRA O ABORTO feito puramente para "remediar" falta de responsabilidade nas precauções anticoncepcionais. No caso da gravidez indesejada, ocorrida por "descuido", propõe um interessante e inovador sistema que viabilizaria cuidados pré-natais para mãe e filho(a), em ligação direta com a possibilidade de adoção legal, por casais cadastrados em programa governamental específico. Mas no caso da mulher vítima de estupro e da grávida de fetos sem cérebro, estas devem contar com as garantias legais que já existem, por questões humanitárias. Em todos os casos, aborto deve ser considerado como um risco para a saúde da mulher, segundo o pré-candidato.


    Para o bem da verdade, aí está a apuração honesta dos fatos.


                                            



Erick Guerra, O Caçador


quarta-feira, 7 de março de 2018

DIREITA COMEÇA A RACHAR, DIANTE DE INTERESSES ELEITOREIROS

Por Erick, O Caçador

                                                               


    O Deputado Federal Jair Bolsonaro tem o mérito histórico de ser o homem que, sozinho, ergueu a Direita Política nesse País, num momento em que a "esquerdização dos partidos" é tamanha, que os Sociais-Democratas do PSDB são chamados de "direita" pelos marxistas cleptocratas do PT - e isso cola (nos desavisados)! Em torno da pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República, um movimento apartidário nacional, de Direita (politicamente) e Conservador (nos costumes) ergueu-se de forma democrática, espontânea e digna de elogios. Dezenas de milhões de brasileiros, cansados da corrupção impune na política, da degeneração dos costumes (com amparo legal e financiamento estatal) e da bandidagem desenfreada nas ruas, esperam num Governo Bolsonaro a reviravolta dessa situação infeliz e a retomada da Ordem e Progresso no Brasil. O brado "É Bolsonaro!" se ouve em cada viatura de Polícia, em cada botequim, em cada reunião de família, em cada círculo de pessoas de bem, enfim. 


   Esse movimento espontâneo de apoio a Bolsonaro traduz uma revolta popular contra todo o péssimo estado de coisas em que o PT e seus aliados deixaram o Brasil inteiro, mas traduz também a esperança de uma mudança eficientemente brusca, feita de forma enérgica e com pulso firme, para reversão total da situação. E daí, os apoiadores de Jair Bolsonaro começaram um ativismo autofinanciado, que inclui a confecção de camisas, banners, adesivos, out-doors, etc. Grupos nas Redes Sociais prosperam. É esse movimento, genuinamente "outsider" e composto por gente de todas as idades e camadas sociais, o responsável pela crescente popularidade da pré-candidatura de Jair Bolsonaro, a nível nacional. Muito importante: esse movimento popular não deve nada a ninguém ( nem ao próprio Bolsonaro), muito menos é encabeçado por qualquer partido político (mesmo os que Jair Bolsonaro já militou no passado ou pretende afiliar-se no futuro).

                                                          


     Acontece que 2018, ano de eleições, trouxe a serpente ao Paraíso dos Bolsonarianos, na forma de pessoas que tem se apresentado como "lideranças" desse movimento do qual nem participavam (ou participavam pifiamente) e, pior, usam do marketing eleitoreiro para criar uma imagem de "representantes de Bolsonaro", enquanto tentam se mimetizar com a militância raiz - que vêem como uma espécie de tapete para cargos políticos. É como se extraterrestres chegassem à Terra e se proclamassem aos terráqueos: "Nós somos os vossos líderes!" Um ponto em comum entre os E.T.s do Movimento Bolsonariano: querem votos para si ou para seus "chegados".


    Os atritos iniciaram a acontecer na forma do questionamento mais simples, da parte da militância de Direita: "Onde é que esses caras estavam esse tempo todo?" Daí evoluíram para "Por que esse cara acha que só porque ele diz que apóia Bolsonaro, vou votar nele?" e, agora, já está no ponto do seguinte reconhecimento: "Meu voto é de Bolsonaro, mas não tem partido, nem cabresto. Quero mudança na política e, não, fazer a festa de novos aproveitadores". Aí, começaram, mais ou menos abertamente, os choques entre a militância "raiz" e os "E.T.s".  




   Pululam pré-candidatos e seus cabos eleitorais, querendo aparecer midiaticamente para o eleitorado Bolsonariano, valendo-se principalmente das Redes Sociais. Uma parte dessas supostas "lideranças" nunca fez nada, politicamente, por qualquer bandeira Bolsonariana - quando muito, era contra o PT (como a maioria da população é) - mas nesse meio, tem gente com todo tipo de histórico, desde ex-militantes de Esquerda até militares que só cuidaram de sua própria carreira (e querem usar a patente como "prova" de que são "de Bolsonaro" e tem valor político, duas coisas diferentes, diga-se de passagem), passando por gente que "joga uma conversa de ser o que não é" e, pasmem, criminosos enquadrados no Código Penal Brasileiro. Um cabo eleitoral, pago para fazer campanha, diz num grupo Zap: "Doutor Fulano inaugurou um Out-Door de Bolsonaro em Sucupira - esse é o homem!" E posta umas fotos, enquanto outros perguntam "Quem diabos é esse tal "Doutor"? Diante de qualquer questionamento mais sério, os aproveitadores e seus capachos argumentam que "é preciso união", que "a esquerda é quem ganha com esses questionamentos" - em suma: a tal "união" proposta é nada mais que um curral eleitoral, que eles querem que seja aceito, em nome de Bolsonaro e do Bicho-Papão "de Esquerda".

                                                              

    Desconsideram estes, apenas, que a militância de Direita tem ampla maioria de gente inteligente, que passou anos analisando o 171 político da Esquerda, bem como repudia qualquer tentativa de ser feita de trouxa.


   A Direita Autêntica corre o risco de nem levantar a cabeça, se for cooptada pelos espertalhões caroneiros da griffe Bolsonaro. Afinal de contas, a militância de esquerda também cometeu o erro de acreditar em sanguessugas e bandidos, enquanto sonhava com uma revolução comunista, de moldes soviéticos. Felizmente, tal revolução não aconteceu no Brasil (o que seria uma tragédia pior), mas isso não depõe contra a pureza dos ideais de grande parte dos iludidos, porém sinceros, eleitores da Esquerda Brasileira. Agora é a vez dos eleitores de Jair Bolsonaro mostrarem se são, ou não, realmente diferentes dos eleitores de FHC, Lula, Dilma e Temer. Uma tropa de aproveitadores eleitoreiros apostam que não, e acham que,  simplesmente promovendo o "apoio a Bolsonaro" e se dizendo "honestos", vão ganhar os votos da militância de Direita para outros candidatos.




    Essa eleição de 2018 é decisiva em vários aspectos. Nesse momento histórico, os eleitores de Jair Bolsonaro podem alçar ao poder uma massa pluripartidária de políticos honestos, dispostos a lutar contra a corrupção e banditismo comum, gente patriota e defensora da família, pessoas capazes de enterrar essa herança da Esquerda Canalha e fazer do Brasil uma Potência enquanto Nação! Gente que é assim, já fez alguma coisa nesse sentido antes, no lugar mesmo onde estava, é muito simples... 

                                                                 
                                                             

   O perigo atual é que os interesses eleitoreiros deturpem o Movimento Bolsonaro Raiz, transformando o maior fenômeno político brasileiro das últimas décadas (no melhor sentido da palavra "político"), numa estufa para fungos, parasitas e ervas daninhas - a exemplo do que a Esquerda fez com a Redemocratização do País, a partir dos anos 80. O maior inimigo de Jair Bolsonaro, e da Direita em si, é a complacência com a canalhice e oportunismo no meio interno, no seio do próprio movimento nascente.



Erick Guerra, O Caçador

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O FATOR GOVERNABILIDADE PARA BOLSONARO PRESIDENTE

Por Erick, O Caçador

         
                                               



     Em torno de Jair Bolsonaro, alguns fatos já não se discutem mais:

     a) Decididamente, Bolsonaro está fora do esquema de corrupção generalizada que é característica da classe política brasileira, com poucas excessões. Seu nome é constante ausência nas listas de parlamentares implicados em escândalos de corrupção, há décadas;

     b) Com efeito, essa condição de "estar fora dos esquemas" coloca Bolsonaro, a mais das vezes, na periferia das decisões tomadas pelo Congresso Nacional, tendo os projetos de sua autoria geralmente "encalhados" - não pela falta de relevância das proposições, em si, mas pela firmeza do parlamentar em não participar do "toma lá, dá cá" de viés corrupto, que predomina em Brasília;

    c) É inconteste que a pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República é séria e tem chances reais de sucesso. As pesquisas de opinião pública, invariavelmente, o citam como um dos nomes mais cotados pelo eleitor, tendo em vista as próximas eleições presidenciais, em 2018.



    Essas certezas levam a uma questão relevante: como um Presidente honesto e voltado para a correta gestão da coisa pública poderia governar um País em que uma casta política corrupta e centrada em seus próprios interesses faz peso contra o patriotismo e os anseios da população? Os poucos honestos do Congresso Nacional seriam suficientes para lhe garantir governabilidade?

                                                          


    Em tese, o Presidente Bolsonaro, sozinho, não teria condições de "remar contra a maré" dos interesses espúrios da máfia multipartidária, que já foi desnudada pela Operação Lava-Jato. Principalmente porque Bolsonaro apóia a Operação Lava-Jato e o Juiz Sérgio Moro, na contra-mão da posição mais ou menos declarada abertamente, dos grandes partidos e seus "puxadinhos".



    "Me perguntam: como você vai governar sem o apoio dos grandes partidos? Esses grandes partidos poderão ser pequenos em 2019. Basta você não votar neles em 2018!" - disse o próprio Jair Bolsonaro, sobre o assunto. Com esse arremate, o presidenciável inverte totalmente o foco da questão que agora, fica mais ou menos assim: "Poderão os mesmos eleitores de Bolsonaro eleger Senadores e Deputados Federais comprometidos com o combate a corrupção e com a boa gestão da coisa pública no interesse da Nação?" Com isso, o Presidente Bolsonaro teria sua base de sustentação no Congresso. A resposta é sim, obviamente. Lembrando que as próximas eleições também terão escolhas de Governadores e Deputados Estaduais.



    Observem que, visto do ângulo proposto pelo próprio "Mito", não depende dele a "salvação da Pátria", mas de uma atitude genuinamente política dos eleitores, no sentido de erradicar a corrupção da política cortando-a pela raiz, através do instrumento democrático do voto. De fato, ele é o único presidenciável, até aqui, que tem legitimidade e força para propor a destruição da cleptocracia (governo dos ladrões) brasileira por dentro, a partir da própria participação consciente de seu eleitorado. E, certamente, a corrupção é o assunto que mais tem sido comentado nos últimos tempos, no Brasil. Sobre isso, não pode o eleitor alegar desconhecimento de causa.



    O detalhe é que Jair Bolsonaro não lidera qualquer movimento ou partido político. Ao que parece, sua "persona" funciona como um catalisador das aspirações da maioria da população, que quer a moralização da política, com o expurgo dos corruptos da gestão pública e repressão inflexível aos criminosos de rua. O brasileiro médio sabe que o problema do Brasil não é econômico, apenas. A raiz do problema nacional é a corrupção política e a tolerância ao crime, cada vez mais organizado.



    E é aí que entra a necessidade de um Presidente comprometido com a Segurança Pública e que dê apoio irrestrito à Lava-Jato. Para cuidar da economia e das outras pastas, haverá Ministros e Assessores, como tem sido desde sempre. A prioridade é vontade política para desatar o nó de insegurança e violência que estrangula tudo, é erradicar a cepa de parasitas que sugam toda a seiva e vigor de um Brasil tão rico, mas tão depauperado.

                                                         


    Como vemos, a governabilidade de um Presidente como Jair Bolsonaro depende, tal como a eleição dele mesmo, da vontade do povo de mudar o quadro político desse País, pondo para fora os coautores de toda a miséria que a própria população padece, para eleger em seu lugar homens e mulheres honestos que surgirão como novidades, ou que já estão na política, com pouca ou nenhuma visibilidade. Quem são estes? Identificá-los é uma prioridade! Mãos à obra!



    É esse o desafio dos que querem ver a queda da Cleptocracia no Brasil: ou o eleitor implode o sistema corrupto através do voto, ou restará apenas a alternativa de uma Intervenção Militar. No caos e na guerra civil, já estamos, indo de ladeira abaixo... E as coisas podem piorar, é claro, pois ainda não estamos como o Haiti ou a Somália.



    Claro que, através de uma única eleição, não se conseguirá a adequada limpeza da esfera política federal, que continuará com maus representantes, eleitos pelo votos de cabresto, comprados ou de comprometimento com a corrupção política, mesmo. A Operação Lava-Jato, empoderada, terá melhores condições de cuidar disso, com certeza. E esses parlamentares corruptos não poderiam, de qualquer forma, enfraquecer os poderes presidenciais, que não são pouca coisa.



   Como chefe máximo do Poder Executivo Federal, o Presidente nomeia seu Ministério,  comanda as Forças Armadas e nomeia os Comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica; convoca e preside o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional; nomeia os Ministros do STF e de todos os Tribunais Superiores, o Procurador-Geral da República, o Presidente e os diretores do Banco Central ( que terão de ser aprovados pelo Senado Federal), nomeia Ministros do Tribunal de Contas da União e o Advogado-Geral da União. Também extingue funções.



     O Presidente da República pode sancionar ou vetar leis elaboradas pelo Poder Legislativo, bem como iniciar o processo legislativo. A Constituição permite que ele adote MPs ( medidas provisórias) em caso de relevância e urgência, proponha emendas à Constituição, projetos de leis complementares e ordinários ou, ainda, leis delegadas (em que o Congresso autoriza o Presidente a legislar). Ele possui ainda o direito de expedir decretos e vetar projetos de lei.




    O Presidente da República também tem prerrogativas como decretar intervenção federal nos Estados, estado de defesa e de sítio; declarar guerra em caso de agressão estrangeira ou celebrar a paz, desde que autorizados pelo Congresso Nacional; manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos; celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso. Ainda compete ao cargo a concessão de indulto e a substituição (comutação) de penas mais graves por outras mais brandas.



    Dito isto, é provável que Jair Bolsonaro, como Presidente da República, tenha boas condições de governabilidade, sim, senhor!

                                                              



Por Erick Guerra, O Caçador



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

DIREITOS DAS MINORIAS E LIBERDADES CIVIS, SEGUNDO BOLSONARO

    Por Erick, O Caçador

                                             

    " Há muito eu venho dizendo que há algo tão ou mais grave que a corrupção: é a questão ideológica."
                 Jair Bolsonaro

                                                   



     Bastante comentado por suas posturas com relação às minorias ( freqüentemente por distorções intencionais e maledicentes de suas falas), Bolsonaro deve grande parte de sua estrela aos posicionamentos corajosos que demonstra sobre o tema, muitas vezes na contra-mão das idéias que os sucessivos Governos de Esquerda propagandearam, incentivaram e financiaram no Brasil, tudo com dinheiro público, nos últimos anos. Acontece que a ênfase exagerada na divisão da Sociedade em grupos que se opõe (doutrina marxista), semente de confusão onde os Políticos Populistas de Esquerda se colocam como "defensores da parte mais fraca", tem gerado desequilíbrios e privilégios injustos que a maioria da população não suporta mais. Essa "polarização" da Sociedade, fruto da aplicação prática da ideologia marxista e de seus derivados, é denunciada pelo parlamentar como o "dividir para governar" típico da Esquerda Brasileira. Diante do visível mal-estar nacional com as doutrinas desse grupo político, que vem sendo empurradas "de goela abaixo" para todos, o Presidenciável é aplaudido por falar a voz da maioria e, também, por pregar que numa Democracia o interesse da maioria nacional deve se sobrepor ao interesse de minorias particulares, em caso de conflito entre estes. Eis aqui um resumo das idéias de Jair Bolsonaro sobre as políticas de Liberdades Civis e Direitos das Minorias:



    * POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS - Terá de ser totalmente reorientada, pois atualmente só defende criminosos, deixando a Sociedade ao desamparo. Com poucas excessões, os grupos de Direitos Humanos só se manifestam a respeito de situações envolvendo presidiários ou supostas "más atuações" das polícias na sua luta heróica contra os bandidos, ignorando totalmente seres humanos vítimas de criminosos, pacientes de hospitais públicos precários, trabalhadores em condições insalubres e crianças desassistidas - isso deve mudar;


                                                                 
                                


    * POLÍTICA DE COTAS RACIAIS - A idéia é acabar com esse tipo de cotas, pois que implicam num tipo de racismo ( mesmo que seja ao contrário do racismo de Supremacia Branca) e violam o Princípio da Igualdade entre os Seres Humanos defendido na Constituição Federal e em tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. Para Jair Bolsonaro, ao invés de assegurar cotas racistas, o Governo deve lutar para garantir a igualdade de oportunidades, que podem ser conquistadas a partir do mérito individual. É injustiça separar as pessoas pela cor da pele, para fins de dar vantagens ou tratamento diferenciado, em torno dessa classificação perversa. O brasileiro pobre de pele parda ou branca, por exemplo, não merece tratamento desvantajoso em relação a um negro de classe média - principalmente por parte do Estado Brasileiro;



     * POLÍTICA DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER - O Deputado Federal Jair Bolsonaro entende que não adianta criar novas leis em defesa da mulher (já há muitas), sem que se dê a essa potencial vítima uma garantia de legítima defesa de fato: nesse caso é melhor a liberação do porte de arma de fogo, com devido treinamento, do que papéis que dêem assistência a quem já passou pelo trauma de ser estuprada;



    * POLÍTICA LGBT - A violação do princípio da igualdade expresso no artigo 5º da Constituição Brasileira também não se justifica sob alegações de gênero, opções sexuais ou outras: um gay não tem nada de diferente de um heterossexual, perante a lei. No entender de Bolsonaro, se quisermos manter nosso País democrático, não podemos concordar com castas privilegiadas por leis. Apesar de ser expressamente contra o casamento gay, o parlamentar defende que cada um deve ser feliz como bem entende, contanto que respeite a condição do outro. Esse respeito ao outro inclui o banimento da "ideologia de gênero" nas escolas ( ensino de temática sexual e gay para crianças). Por outro lado, Jair Bolsonaro considera descabido que o dinheiro público seja gasto em eventos como "Festas LGBTs" e "Paradas Gays" - caso os gays queiram celebrar, é justo que façam com dinheiro de seus próprios bolsos;

                                                                 


      * POLÍTICA INDIGENISTA - Com todo o interesse na preservação dos povos nativos e de sua  cultura, é necessário que a forma de demarcação de Reservas Indígenas seja rediscutida para contemplar dois enfoques adicionais:

       a) A exploração racional de recursos minerais e de biodiversidade, entre outros, em benefício da totalidade do Povo Brasileiro, incluindo seus índios;

     b) A situação geográfica da área demarcada e suas vulnerabilidades com relação à Segurança Nacional - particularmente, em áreas de fronteira.

          A observância dos dois ítens acima diz respeito a uma solução para um sem-número de conflitos entre garimpeiros, fazendeiros e populações não-índias com tribos assentadas, bem como no refreamento de interesses escusos por parte de estrangeiros, no sentido de insuflar em certas etnias indígenas uma aversão a seus demais irmãos brasileiros, visando unicamente explorar economicamente os recursos contidos no território indígena considerado, para seu próprio proveito. É da própria segurança e futuro dos Povos Indígenas que está se tratando, uma vez que já não se pode ignorar a infiltração de estrangeiros em áreas demarcadas ( supostamente "missionários cristãos" e "refugiados" de outros países), bem como a presença de traficantes internacionais de armas e drogas, garimpeiros ilegais, biopiratas, etc, principalmente no Norte do Brasil. Com as devidas adaptações, o mesmo vale para os territórios das comunidades quilombolas;



    * POLÍTICA DE MIGRAÇÃO - No entender de Jair Bolsonaro, qualquer nação soberana deve exigir, no mínimo, que os estrangeiros em seu território comprovem que não são criminosos e que respeitem as leis nacionais. Justamente por essa razão, Bolsonaro é uma das principais lideranças contra a Nova Lei de Migração recentemente aprovada em Brasília, lei que privilegia estrangeiros em detrimento da população nacional, abrindo margem à importação de conflitos étnicos e religiosos do mundo inteiro. É claro que isso traz um grande impacto para a Segurança Nacional, que pode incluir o agravamento dos problemas relacionados ao narcotráfico internacional já existentes e a criação de outros problemas ( como o terrorismo). Fora isso, a nova Lei de Migração põe a serviço dessa massa esperada de migrantes estrangeiros nosso sistema de saúde pública e nossa previdência social, já em petição de miséria! Pense que agora os estrangeiros tem o direito legal de formar partidos políticos, votar e se candidatar a cargos eletivos no Brasil - tipo de coisa que prevê a tal lei, nas suas 80 páginas, de autoria e interesse dos partidos políticos de ideologia de Esquerda. 





                                                               

                       Erick Guerra, O Caçador
                                                         

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

INSEGURANÇA PÚBLICA CONTINUA EM ALTA



Por Erick, O Caçador


    Desenfreada, a Insegurança Pública cresce no RN, sem que haja sinalização de estratégia global coerente, por parte do Estado, de combate à altura do problema.
O Comandante recentemente exonerado da PMRN, Coronel Azevedo, saiu denunciando a significativa redução do orçamento da instituição, junto com o aumento das atribuições. A situação é precária de qualquer ponto de vista, na PM: salários atrasados, viaturas em péssimo estado de conservação, pouco combustível e limitado efetivo.


    Já na Polícia Civil do RN, a novidade é que a Associação dos Delegados ( ADEPOL) resolveu fazer campanha contra a falta de investimentos e o descaso com a Instituição – que está em muito pior estado do que a PMRN: a PCRN opera com menos de 25% do efetivo previsto em Lei!
Sequer o edital para o concurso público de ingresso nas duas polícias foi lançado, embora tenha sido anunciado já uma dezena de vezes, por uma série de autoridades da SESED, nos últimos 2 anos. A própria Secretária de Segurança Pública do Estado o anunciou para o “mês que vem”, faz alguns meses…

                                                              


    Nas ruas da capital, assaltos e homicídios em ritmo galopante fazem vítimas já entre a cúpula do Judiciário do Estado. No interior, a violência é do mesmo jeito: em Mossoró, a onda é de “arrastões” em Escolas e Hospitais. O tráfico de drogas toma conta do Estado todo, as Facções Criminosas se responsabilizam pela Segurança Pública de certas Regiões.
Enquanto isso, a Secretaria de Transportes Urbanos aprimora seu sistema de aplicação de multas de trânsito através de câmeras, ao mesmo tempo que o videomonitoramento de Segurança feito pelo CIOSP tem apresentado problemas. Por falar em CIOSP ( que mudou de nome para COPOM e, parece, voltou à nomenclatura antiga), quem conseguir atendimento no Disk Emergência 190, na Grande Natal, ganha um prêmio!


    Para completar, o Sistema Penitenciário tem apresentado falhas e fugas constantes. Para se ter uma idéia, há caso de preso solto por engano e de fuga de preso custodiado em hospital. Os Agentes Penitenciários estão sem condições de trabalho, mas sendo obrigados a pagar com o risco da própria vida pelo descaso do Governo com o Sistema Prisional. O Grupo de Operações Especiais da SEJUC está virtualmente dissolvido, empregado para tapar buracos de escala de serviço rotineiro, e teve seu comandante exonerado na surdina. Segundo se comenta, o Secretário de Justiça e Cidadania tem mau relacionamento com os Agentes Penitenciários ( em geral), o que gera um clima péssimo internamente.

                                                                 


    O quadro geral é estarrecedor, de verdade. Segundo análise estatística do Instituto Obvio, a violência cresceu cerca de 25% esse ano no RN, comparado ao mesmo período do ano passado, que foi considerado o ano mais violento da História do RN!


    A pergunta que fica no ar, não é “aonde vamos parar”… Já se vê que não tem como parar por aqui, nem num ponto previsível adiante. A pergunta correta, dada a conjuntura, é: ” O que se inicia a partir desse caos indomável”?


Erick Guerra, O Caçador

terça-feira, 13 de junho de 2017

RN BATE RECORDE HISTÓRICO DE ASSASSINATO DE POLICIAIS!

    Por Erick, O Caçador



  


    Que a Segurança Pública do Rio Grande do Norte vai de mal a pior, já é notícia antiga. Que o Governo do Estado tem sido simplesmente ineficaz, é desnecessário comentar, pois os potiguares já viram em 2017 a maior fuga Prisional da História (no PEP), a maior rebelião com mortes  da História ( em Alcaçuz), a maior matança de Civis da História ( mais de mil em 05 meses) e o maior sucateamento das polícias da História ( PM operando com 70% do efetivo e PC operando com 25% do efetivo). Também esse ano o IPEA, junto com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, deram ao RN o título nada lisongeiro de Estado onde a violência mais cresceu em dez anos ( 232%)… Com o detalhe que esse título se refere ao período 2005 a 2015 , isto é, excluiu os dois anos recordes de violência nas Terras Potiguares ( 2016 e 2017). Pois bem, em 2017 o RN agora bateu também seu recorde histórico de matança de policiais. É tudo de ladeira abaixo!




    Com cerca de 70 policiais assassinados nos últimos anos, sendo 12 apenas em 2017, mais um número ainda maior de mortes de vigias, vigilantes, guardas municipais, etc, podemos dizer que temos uma verdadeira caçada a Operadores de Segurança nesse Estado. Some também os ataques de outros tipos a policiais, como assaltos, arrastões em residências e agressões: o número de ocorrências é incalculável!

                                                           



    O Governador e seu staff silenciam sobre o assunto. O Ministério Público silencia sobre o assunto. Já as Facções Criminosas não: são reiteradas as notícias de ordens emanadas das cúpulas das tais Organizações Criminosas para atacar policiais – tudo muito bem divulgado em redes sociais. Por que o Estado abandona seus Operadores de Segurança? A população, que já foi abandonada há tempos, faz essa pergunta.


                                                                    


    Na já citada pesquisa sobre violência no Brasil, feita pelo IPEA e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dois Estados brasileiros lideram a redução estatística de homicídios: São Paulo (-44,3%) e Rio de Janeiro (-36,4%). Interessante que justamente esses dois Estados lideram o ranking, na mesma pesquisa, de morte de bandidos decorrentes de ação policial. O ensino é claro: para diminuir os homicídios aleatórios, é fundamental que as Polícias ajam com força total contra os matadores do tráfico e latrocidas. Está nos números: para diminuir a força letal do crime, é necessário usar a força letal CONTRA o crime!




    É preciso assumir que há uma Guerra Civil em andamento e lutar essa Guerra como Guerra, para vencer. Chega de blá blá blá sobre uma suposta ” crise de Segurança Pública”! Crise dá e passa! O que vemos é a escalada de uma Guerra que só tem comparação, em sua letalidade, com os conflitos  no Oriente Médio. São os fatos!

                                                                 


     Chega de discursos e reuniões de planejamento! O Rio Grande do Norte precisa de ação!



Erick Guerra, O Caçador